Nestes dias difíceis e
céticos começa a ser quase perigoso acreditar em predestinações e outros
fenômenos que dependam mais do espírito do que dos sentidos. Mas depois
conversamos com pessoas como a Cuca Roseta, que de repente, num sorriso meio
desabafo meio suspiro, confirma docemente: “Acho que nasci para isto”.
“Isto”, entenda-se, é a sua
vida. “Isto” é o fado.


